quinta-feira, 8 de setembro de 2011

2ª jornada Olhanense 2-2 Vitória

VS

Estádio José Arcanjo
Cidade :Olhão
Segunda feira 22 de Agosto, 20:15
Espectadores : 2.849
Transmissão :
Marcadores : SCO - Dady e Cauê
VFC - Neca e João Silva


O Vitória Setúbal continua sem ganhar em Olhão em jogos para o principal campeonato português. No empate (2-2) desta noite, tal esteve quase a acontecer, com os algarvios a anularem a vantagem de dois golos com que os sadinos foram para o intervalo. Neca e João Silva adiantaram o Setúbal, Dady e Cauê marcaram pelo Olhanense.

Depois de dezasseis minutos a ver jogar o adversário, o Vitória Setúbal inverteu a tendência da partida, na primeira vez que chegou à baliza da equipa algarvia. João Silva terá sido carregado pelas costas por Ismaily dentro da área do Olhanense e Jorge Ferreira assinalou uma grande penalidade muito contestada pelos algarvios. Neca aproveitou para inaugurar o marcador.


E, sem nada fazer por isso, os sadinos ganhavam uma vantagem até então imerecida. Ou talvez não. Porque os setubalenses não têm culpa da ineficácia dos algarvios, que tinham tido o domínio do jogo, adornado com oportunidades para finalizar com êxito. Wilson Eduardo foi o protagonista nos remates, dois deles bem parados por Diego, e outro com pontaria desafinada, quando só tinha o guarda-redes do Vitória pela frente. Por isso, no que toca a justiça ou injustiça..., quem não marca arrisca-se a sofrer!


O Olhanense acusou o golo e nunca mais conseguiu ligar jogo ofensivo, como tão bem o tinha feito até ao fatídico minuto dezasseis. Mais tranquilos, os sadinos voltaram a marcar (27) na segunda vez que se acercaram da baliza de Fabiano Freitas. Pitbull, aparentemente, falhou o remate, que derivou numa assistência para João Silva, que finalizou de calcanhar.

Daúto Faquirá mexeu então na equipa. Saiu Nuno Piloto, que não é extremo mas jogou como tal, e entrou Salvador Agra, que deu mais velocidade à ala direita. Os algarvios voltaram a avistar a baliza de Diego, e Wilson Eduardo voltou a ter outra boa oportunidade (42), desviada para canto pelo guarda-redes. Um minuto depois, Zé Pedro é expulso por entrada dura sobre Dady, numa decisão disciplinar aparentemente exagerada, e que marcaria a segunda parte do jogo.

Com um jogador a mais o Olhanense ganhou alento e o jogo passou a direccionar-se à baliza de Diego. Dady, três minutos depois do recomeço, reduziu a distância no marcador, e a crença aumentou para os algarvios. Pouco depois (50), nova decisão polémica do árbitro, que assinalou grande penalidade numa disputa de bola entre Anderson do Ó e Salvador Agra. Dady permitiu a defesa de Diego.

Mas a pressão do Olhanense era grande e três minutos depois, Cauê igualou o marcador, desviando sem oposição de cabeça, uma assistência de Wilson Eduardo.

Até final o Olhanense intensificou o domínio mas a pontaria não foi a melhor. Entre um vasto número de ocasiões, duas bolas acertaram no poste esquerdo da baliza de Diego, rematadas por Ismaily e Dady.

Pelas oportunidades que teve o Olhanense merecia melhor sorte, mas também há mérito do Vitória Setúbal no ponto conquistado, pois soube ser letal, nas (poucas) vezes que chegou à baliza algarvia.


1ª Jornada Vitória 2-1 Paços de Ferreira

Vitória Futebol Clube VS Futebol Clube Paços de Ferreira

Estádio do Bonfim, Setúbal
18:oo
Espectadores, 2.925
Marcadores : Vitória - Anderson do ó, João Silva
Paços - Luisinho


O Vitória de Setúbal bateu o P. Ferreira depois de estar a perder e entrou na nova época a vencer, o que não acontecia há 24 anos. No Bonfim, o Vitória dominou mas também sofreu, quando Bruno Ribeiro queria apenas dar uma alegria aos adeptos. Um erro de Anderson do Ó nos descontos da primeira parte deitou quase tudo a perder, mas os sadinos souberam reerguer-se, com Pitbull a mostrar o caminho da vitória.

Rui Vitória tinha dito na antevisão do jogo que nenhuma equipa podia nesta altura dar um concerto com a orquestra toda afinada e tinha razão, pelo menos no que ao Paços diz respeito. Fraca criatividade e lentidão q.b. Já o Vitória revelou rotinas, o que não é estranhar atendendo à manutenção de grande parte da espinha dorsal da última época.

Decidido a fazer a festa em casa, o Vitória pegou no jogo desde o primeiro minuto, o Paços não se importou (e até terá preferido), mas as sucessivas tentativas de golo esbarraram sempre no último homem, Cássio, muito seguro na baliza. Com Neca e Pitbull a fazerem correr o jogo na frente, o meio-campo e a defesa do Vitória limitaram-se a assistir a grande parte do desafio.

E tão tranquila estava a defesa quando foi surpreendida por Luisinho. Anderson do Ó pensou que tinha o lance dominado, mas não tinha. O avançado do Paços tirou-lhe a bola e bateu Diego contra a corrente do jogo, já nos descontos da primeira parte. Um balde de água fria numa tarde muito quente, mas que serviria para refrescar o ânimo dos sadinos.

Manuel José foi... guarda-redes

Na segunda parte, novamente o Vitória a ter a iniciativa e a querer mostrar aos adeptos que vai em busca de uma época tranquila. O pedido de desculpas de Anderson do Ó chegaria nos primeiros minutos, num lance mais desejado que ensaiado. Um canto de Pitbull andou a saltitar na área pacense, quando o central, vindo de trás, atirou para o empate.

No minuto seguinte, aos 54, o Paços ficaria em inferioridade numérica por expulsão do central Cohene, mas foi no período de aflição que encontrou a (melhor) sintonia.

Filipe Anunciação recuou até ao eixo, Manuel José (que também seria guarda-redes) ficou no meio-campo e, ainda assim, o Paços deu conta do recado, fechando os caminhos para a sua baliza. Mas o Vitória não se deu por vencido e, uma vez mais, com Pitbull na génese chegou ao golo. Cruzamento do brasileiro para a área e o estreante João Silva, emprestado pelo Everton, a cabecear para a alegria nas bancadas.

Seguir-se-iam mais umas decisões questionáveis de João Capela, que esteve à temperatura da tarde no Bonfim. Depois da expulsão de Cohene, de vários amarelos e um sem número de faltas assinaladas, foi a vez de Ricardo Silva deixar mais cedo o jogo, por suposta mão na bola. O livre deu origem a uma das defesas da tarde, com Diego a mostrar serviço, num dos poucos lances em que foi chamado a intervir.

Mas os cinco minutos de descontos dariam para mais. Cássio seria expulso por palavras ao assistente e Manuel José terminou o jogo na baliza. Felizmente para ele apenas por uns segundos, ainda que o Vitória tivesse merecido marcar pelo menos mais um.







Plantel do Vitória F.C. 2011/2012

Guarda Redes


Digo Silva 32 anos
Camisola nº 25
Nacionalidade - Brasileiro
Posição - Guarda Redes


Ricardo - 35 anos
Camisola nº 76
Nacionalidade- Português
Posição - Guarda Redes


Matos - 32 anos
Camisola nº 1
Nacionalidade - Português
Posição - Guarda Redes



Defesas

Peter Suswam - 20 anos
Camisola nº 2
Nacionalidade - Nigeriano
Posição - Defesa Direito



Ricardo Silva - 35 anos
Camisola nº 3
Nacionalidade - Português
Posição - Defesa Central


Anderson do ó - 30 anos
Camisola nº 3
Nacionalidade - Brasileiro
Posição - Defesa Central/Esquerdo


Miguelito - 30 anos
Camisola nº 5
Nacionalidade - Português
Posição - Defesa Esquerdo/médio esquerdo


Igor - 27 anos
Camisola nº 13
Nacionalidade - Português
Posição - Defesa esquerdo



Michel - 26 anos
Camisola nº 22
Nacionalidade - Brasileiro
Posição - Defesa Direito


Ney Santos - 30 anos
Camisola nº 68
Nacionalidade - Brasileiro
Posição - Defesa Direito


Thiago Veras - 21 anos
Camisola nº 88
Nacionalidade - Brasileiro
Posição - Defesa Central


Médios

Bruno Gallo - 23 anos
Camisola nº 7
Nacionalidade - Brasileiro
Posição - Médio Centro/esquerdo



Tengarrinha - 22 anos
Camisola nº 8
Nacionalidade - Português
Posição - Médio Centro/Trinco



José Pedro - 32 anos
Camisola nº 11
Nacionalidade - Português
Posição - Médio centro/ Esquerdo/Ofensivo



Hugo Leal - 31 anos
Camisola nº 20
Nacionalidade - Português
Posição - Médio Centro/Trinco



Bruno Amaro - 28 anos
Camisola nº 37
Nacionalidade - Português
Posição - Médio Centro/Interior Direito



Neca - 31 anos
Camisola nº 99
Nacionalidade - português
Posição - Médio Ofensivo/Médio Centro





Extremos


Jorge Gonçalves - 27 anos
Camisola nº 19
Nacionalidade - português
Posição : Extremo Direito/Esquerdo



Alexander Zahavi - 20 anos
Camisola nº 10
Nacionalidade - Português/Israelita
Posição - Extremo Direito/Esquerdo

Gonçalo Graça - 21 anos
Camisola nº 70
Nacionalidade - Português
Posição - Extremo Direito/Esquerdo



Bruno Severino - 25 anos
Camisola nº 28
Nacionalidade - português
Posição - Extremo Direito/Esquerdo



Cláudio Pitbull - 29 anos
Camisola nº 87
Nacionalidade - Brasileiro
Posição - Extremo Direito/Esquerdo/Ofensivo/Ponta de lança





Ponta de Lança


Rafael Lopes - 20 anos
Camisola nº 9
Nacionalidade - português
Posição - Ponta de lança



Miguel Fidalgo - 29 anos
Camisola nº 14
Nacionalidade - português
Posição : Ponta de lança



João Silva - 21 anos
Camisola nº 21
Nacionalidade - português
Posição - ponta de lança



Henrique - 24 anos
Camisola nº 90
Nacionalidade - Brasileiro
Posição - ponta de lança

domingo, 26 de junho de 2011

Célio Santos para a defesa


O brasileiro Célio Santos, defesa-central brasileiro de 23 anos, pode ser uma das soluções para o último reduto dos sadinos na próxima época.

Com as saídas do também brasileiro Valdomiro, que negociou a rescisão, e François, que assinou pelo Beijing Guoan, emblema chinês orientado por Jaime Pacheco, o reforço do eixo central da defesa é uma das prioridades do treinador Bruno Ribeiro para a próxima época.

O nome de Célio Santos, que na última época representou o Belenenses, no qual fez 17 jogos na Liga Orangina, 15 como titular, foi um dos que foi proposto ao Vitória de Setúbal.

Aos 23 anos, o central brasileiro cumpriu no Restelo a primeira experiência na Europa, depois de ter saído do Brasil em 2009, para representar o Shaanxi Chanba, da China

Pitbull reúne-se com SAD

Cláudio Pitbull regressa a Portugal na terça-feira e espera reunir-se o mais depressa possível com os dirigentes sadinos para definir o seu futuro. “Chego a Lisboa na terça-feira e espero falar logo de seguida com a direção do Vitória para saber qual será o meu futuro”, revela.

O avançado, de 29 anos, tem ainda mais um ano de contrato com o clube do Bonfim, mas face ao interesse dos gregos do Olympiakos Volos, o brasileiro admite sair. “Sei do interesse dos gregos. Agora, vou ter de me inteirar da situação. Se o escândalo das apostas de resultados pode estragar o negócio? Nem sabia disso. Tenho estado de férias e estou alheio ao que se passa!”, refere.



Fonte: Record


4 Títulos Nacionais

3 Taças de Portugal

1 Taça da Liga

  • Campeonato de Portugal - 13 presenças– melhor: 1 Vez Vice Campeão do Campeonato de Portugal (1926/1927)
  • Campeonato Nacional da I Liga - 3 presenças– melhor: 5º lugar (1934/1935; 1935/1936)
  • Campeonato Nacional da I Divisão - 63 presenças
  • 1 Vez Vice Campeão Nacional na 1ª Divisão - (1971/72)
  • 3 Vezes 3º Classificado- (1969/70); (1972/73); (1973/74)
  • Campeonato Nacional da II Liga - 1 presença – melhor: Vencedor da Zona D e do Grupo 9 (1937/38)
  • Campeonato Nacional da II Divisão de Honra - 8 presenças - melhor: 1 Vez Vencedor da Zona Sul (1986/87)
  • Campeonato Nacional da II Divisão - 5 presenças – melhor: 2 Vezes Vice Campeão (1995/1996; 2003/2004)
  • 3 Taça de Portugal - 64 presenças – melhor: Vencedor (1964/1965; 1966/1967; 2004/2005)
  • 7 Vezes Finalista Vencido da Taça de Portugal- (1942/1943); (1953/1954); (1961/1962);(1965/1966); (1967/1968); (1972/1973);( 2005/2006).
  • 19 vezes semi-finalista da Taça de Portugal -
  • Supertaça Cândido Oliveira - 2 presenças - melhor: finalista (2005/06, 2006/07)
  • Taça das Taças - 3 presenças – melhor: 1/8 Final (1967/68)
  • Taça das Cidades com Feira / Taça Uefa - 12 presenças – melhor: 1/4 Final (1968/1969; 1970/1971; 1972/73; 1973/1974)
  • 1 Taça da Liga - 3 presença - melhor: Vencedor (2007/2008)
  • Campeonato de Setúbal - 19 presenças – melhor: Campeão (1927/1928; 1928/1929; 1931/1932; 1932/1933; 1933/1934; 1934/1935; 1935/1936; 1936/1937; 1943/1944; 1944/1945; 1945/1946; 1946/1947)
  • Campeonato de Lisboa em 1ª categorias - 6 presenças– melhor: Campeão (1923/1924; 1926/1927) #
  • Campeonato de Lisboa em 2ª categorias - 12 presenças – melhor: Campeão (1916/1917; 1921/1922; 1925/1926)
  • Campeonato de Lisboa em 3ª categorias - 8 presenças - melhor: 2º lugar (1926/27)
  • Campeonato de Lisboa em 4ª categorias - 2 presenças - melhor: 2º lugar (1926/27)
  • Outros Feitos Significativos:
    • Vencedor da Mini-Copa do Mundo em 1970
    • Vencedor do Troféu Ibérico em 1968 e em 1974
    • Vencedor do Troféu Teresa Herrera em 1968
    • Vencedor de 5 Taças Ribeiro dos Reis
    • Vencedor da Supertaça Ibérica em 2005
  • Prémio "Fair-Play Colectivo" da LigaPFP

3 Vezes consecutivas vençedor do Prémio "Fair-Play Colectivo" da Liga Portuguesa de Futebol

  • Época 1923/24 - O Vitória estava na 2ª Divisão do Campeonato de Lisboa, mas ao sagrar-se vencedor da 2ª Divisão teve a oportunidade de disputar o título da 1ª Divisão com o Casa Pia (que tinha vencido a 1ª fase do Campeonato de Lisboa) e venceu, tornando-se campeão de Lisboa pela 1ª vez.

Resultados no Campeonato Nacional da 1.ª Divisão (Futebol)

1934/35(casa e fora)

  • Académica 3-2 e 1-0
  • Académico do Porto 0-0 e 6-3
  • União de Lisboa 4-1 e 3-1
  • Belenenses 2-1 e 0-3
  • Benfica 2-5 e 1-3
  • Sporting 0-1 e 1-1
  • FC Porto 1-0 e 2-3

5.º lugar com 14 jogos, 7 vitórias, 2 empates, 5 derrotas, 26 golos marcados e 24 sofridos.

O Vitória nas competições europeias

O «Senhor» Vitória

Durante dez anos andaram os sadinos a espalhar o perfume da sua classe por essa Europa fora. Nem mesmo os «gigantes» resistiam ao inferno do Bonfim…

Vitória de Setúbal na Europa. Hoje poderá soar, menos bem, mas fique o leitor sabendo – se é que não sabia – que, a seguir ao FC Porto, Benfica, Sporting e ao Boavista, o Vitória é de longe, a equipa portuguesa que melhor palmarés ostenta nas competições europeias. Se compararmos o historial europeu de todos os clubes portugueses sté a 1975 (que constitui o declínio do Vitória) o Vitória era o 3º melhor "europeu", e apenas estava atrás de Benfica e Sporting, e à frente do Porto! Até 1975, os historiais de jogos europeus das duas equipas eram os seguintes: - FC Porto: 41 jogos distribuídos por 13 presenças, sem nunca conseguir passar da 2ª eliminatória... - VITÓRIA: 56 jogos distribuídos por 11 presenças, conseguindo chegar por 4 vezes aos Quartos de Final da Taça Uefa...

De 1965/66 a 1974/75, portanto, durante 10 temporadas consecutivas, andaram os sadinos a botar figura por esse velho continente fora. E que figura! Quatro presenças nos quartos de final da Taça das Feiras/UEFA (além de três nos «oitavos»), o que implica desde logo, a eliminação de três adversários, é (foi) realmente uma prestação deveras interessante… O grande Vitória… aliás, Senhor Vitória, que era como os sadinos eram conhecidos (e temidos) na Europa. O Vitória participou em 64 jogos através de 14 presenças nas competições europeias. Três na extinta Taça dos Vencedores das Taças e as restantes na Taça UEFA, que nas suas primeiras edições, recebia o nome de Taça das Cidades com Feira. Variadíssimas equipas tiveram o azar, ao longo desses dez anos «ouro», de defrontar o Vitória. E muitas delas eram e ainda são, «grandes», na verdadeira acepção do termo. Fiorentina… Liverpool… Hajduk Split… Anderlecht… Spartak Moscovo… Inter Milão… Leeds United…, todas elas constam (a Fiorentina duas vezes) do rol das «vítimas» dos sadinos, todas elas inapelavelmente batidas no Estádio do Bonfim, na altura, como se calcula, um verdadeiro «inferno». Notável, de facto, o palmarés europeu do Vitória apesar das raras presenças desde 1975. Tinha classe, tinha mesmo jeitinho para lidar com os forasteiros, o Senhor Vitória. Que regresse depressa é o nosso único desejo…

Palmarés europeu do Vitória

  • 2008 Taça Uefa – Heerenveen (Holanda) 1-1; 2-5
  • 2006 Taça Uefa – Heerenveen (Holanda) 0-3; 0-0
  • 2005 Taça Uefa – Sampdória (Itália) 1-1; 0-1
  • 2000 Taça Uefa – AS Roma (Itália) 1-0; 0-7
  • 1975 Taça Uefa – Zaragoza (Espanha) 1-1; 0-4
  • 1974 Taça Uefa – VfB Stuttgart (Alemanha) 2-2; 0-1
    • Leeds United (Inglaterra) 3-1; 0-1
    • Molenbeek (Bélgica) 1-0; 1-2
    • Beerschot (Bélgica) 2-0; 2-0
  • 1973 Taça Uefa – Tottenham Hotspur (Inglaterra) 2-1; 0-1
    • Inter de Milão (Itália) 2-0; 0-1
    • Fiorentina (Itália) 1-0; 1-2
    • Zaglebie Sosnowiec (Polónia) 6-1; 0-1
  • 1972 Taça Uefa – UT Arad (Roménia) 1-0; 0-3
    • Spartak Moscovo (URSS) 4-0; 0-0
    • Olympique Nîmes (França) 1-0; 1-2
  • 1971 Taça Uefa – Leeds United (Inglaterra) 1-1; 1-2
    • Anderlecht (Bélgica) 3-1; 1-2
    • Hajduk Split (Jugoslávia) 2-0; 1-2
    • Lausanne Sports (Suiça) 2-1; 2-0
  • 1970 Taça Uefa – Hertha de Berlim (Alemanha) 1-1; 0-1
    • Liverpool (Inglaterra) 1-0; 2-3
    • Rapid Bucareste (Roménia) 3-1; 4-1
  • 1969 Taça Uefa – Newcastle United (Inglaterra) 3-1; 1-5
    • Fiorentina (Itália) 3-0; 1-2
    • Olympique Lyon (França) 5-0; 2-1
    • Linfield Belfast (Irlanda do Norte) 3-0; 3-1
  • 1968 Taça das Taças – Bayern Munique (Alemanha) 1-1; 2-6
    • Fredrikstad (Noruega) 2-1; 5-1
  • 1967 Taça Uefa – Juventus (Itália) 0-2; 1-3
  • 1966 Taça das Taças – Aarhus (Dinamarca) 1-2; 1-2
  • 1963 Taça das Taças – Saint Éttiene (França) 0-3; 1-1

Taça Uefa / Taça das Cidades com Feira

  • Jogos - 56 (28 em casa; 28 fora)
  • Vitorias - 25 (20 em casa; 5 fora)
  • Empates - 8 (6 em casa; 2 fora)
  • Derrotas - 23 (2 em casa; 21 fora)
  • Golos Marcados - 82 (56 em casa; 26 fora)
  • Golos Sofridos - 73 (19 em casa; 54 fora)

Taça dos Vencedores das Taças / Taça das Taças

  • Jogos - 8 (4 em casa; 4 fora)
  • Vitórias - 2 (1 em casa; 1 fora)
  • Empates - 2 (1 em casa; 1 fora)
  • Derrotas - 4 (2 em casa, 2 fora)
  • Golos Marcados - 13 (4 em casa; 9 fora)
  • Golos Sofridos - 17 (7 em casa; 10 fora)


WALLPAPERS

VITÓRIA FUTEBOL CLUBE










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OBRIGADO PELA TUA VISITA, VOLTA SEMPRE !