quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Taça de Portugal Quartos de final

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Académica/ Bombarralense/Louletano ou União da Madeira recebe o Vitória de Setúbal.


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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Claudio Mejolaro - Reportagem da TVI

Uma grande reportagem a um grande, ENORME jogador Claudio Mejolaro conhecido no mundo do futebol por Cláudio Pitbull


Sorteio dos 1/4 de Final da Taça de Portugal

O sorteio dos 1/4 de Final da Taça de Portugal realiza-se dia 14 quarta feira, ao meio dia ( 12:00)

Equipas apuradas:

Vitória de Setúbal
Pinhalnovense
Porto
Guimaraes
Benfica vsOlhanense
Rio Ave
Varzim/Cova da Piedade/Gondomar/Ribeirão vs Merelinense
Académica vs Bombarralense/Louletano/U. Madeira

domingo, 12 de dezembro de 2010

Taça de Portugal: 1/8 Final Vitória Setúbal 2-1 Sporting Lisboa

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Estádio do Bonfim, Setúbal
20:15


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Caiu um grande na Taça, mas outro ficou. O Vitória de Setúbal continua a construir bonitas estórias na prova, agora com um triunfo sobre o Sporting de Lisboa , que mais uma vez deixou o Bonfim eliminado.

Houve surpresa? Sim e não. Não, porque a História diz que o Vitória só por uma vez foi derrotado pelos lisboetas, em casa, para a Taça de Portugal. Sim, porque, apesar dos números, as realidades dos dois clubes são tão diferentes quanto os orçamentos de cada.

Ainda assim, não se pode dizer que os setubalenses sejam um tomba-gigantes. Isso fica para quem não tem passado na competição, para quem não está habituado a ser feliz no Jamor, ou sequer a vê-lo. Em cem anos de vida, o Bonfim resiste, está de pé, e a alma sadina também, liderada por um coração de leão.

Zeca mudou, Zeca inspirou, Zeca marcou

O Sporting entrou em campo com o onze ideal. Valdés estava no lugar de Vukcevic e a haver adeptos que se insurgiam contra a equipa apresentada seriam, certamente, muito poucos. Eram estes onze que davam confiança, eram estes onze que tinham trazido a equipa para um patamar mais alto, depois da derrota em Gent.

Aliás, é bom recordar o jogo na Bélgica. Foi o último em que o leão esteve em desvantagem primeiro. Houve ainda o desaire com o Guimarães, sim. Mas em moldes diferentes e depois de 70 minutos muito bem conseguidos até àquela expulsão de Maniche. Só que o Bonfim apresentou um desafio diferente. O jogo começou dividido, Postiga teve a primeira grande ocasião, complementada de um remate potente a seguir.

Mas chegou o 1-0 e o jogo punha à prova o leão. Que Sporting ia haver? Haveria reacção ou ainda há mais caminho a percorrer, do aquele que se pensava, na construção da equipa? O leão ficou aturdido e a resposta estava dada pelo pé de Zeca, que fez o 2-0. Entre um golo e outro, o Sporting nada fez e foi para o descanso com Diego a defender um livre de Carriço e com diferença a dobrar no placard. Visto de outro lado, Manuel Fernandes mudou o Vitória quando Zeca entrou. O camisola 17 inspirou a equipa e deixava os sadinos a 45 minutos e dois jogos da final do Jamor.

Levezinho ainda saiu da lâmpada

O Vitória percebeu o último sinal da primeira parte. Com 2-0 no marcador, o leão tinha de reagir. Se o conseguia, era outra pergunta. Certo é que o sadinos não iam facilitar a vida ao Sporting. Manuel Fernandes mandou as linhas recuar, concentrou o Vitória e perguntou ao leão se conseguia rugir.

Paulo Sérgio alargou o campo, tirou Evaldo e meteu Vukcevic. O Sporting jogava com três centrais, já depois de Polga ter feito a bola bater na barra. Depois de alguns contra-ataques mal conduzidos, o Vitória assumiu de vez: Zé Pedro entrava para controlar não fosse o diabo tecê-las. O diabo ou Liedson, que saltou da lâmpada para um golo de génio, daqueles que levam o treinador sadino a sorrir quando fala de um avançado tão grande na história leonina como o próprio Manuel Fernandes.

O 2-1 colocava dúvidas no marcador e a «táctica do desespero» vista com Paulo Bento (era quase sempre com três centrais que o agora seleccionador jogava, quando o leão precisava recuperar de tamanha desvantagem) surtia efeito no resultado e na exibição.

O Sporting ia à luta até final...mas perdeu, porque do outro lado esteve um Vitória com um coração de leão (Manuel Fernandes), que contagia o Bonfim com o amor pelo jogo, tão grande como o que tem pelo adversário que fez tombar nesta noite. Está a dois jogos do Jamor¿

Diego: «Quem sabe se não damos um presente aos adeptos?»


Diego, guarda-redes do Vitória de Setúbal, em declarações após o jogo com o Sporting, que ditou a eliminação dos leões da prova:

«Jogamos contra qualquer equipa e esta vitória valoriza o nosso trabalho. É importante para dar motivação e moral ao grupo. Acredito muito nele, apesar dos resultados negativos. Aqui ninguém duvida do que podemos fazer. Claro que depois de uma vitória como esta temos de manter os pés no chão. Este é um momento de manter a humildade, acreditando no nosso trabalho e sermos ambiciosos, dentro dos limites. Chegar à final? Espero que sim. Sabemos que é muito difícil, vamos ter adversários de qualidade que vamos respeitar. Mas eles também nos vão respeitar. Estamos num ano de centenário e, quem sabe, não damos um grande presente aos adeptos.»


Pitbull: «Vamos levantar a cabeça no campeonato»

Avançado do Vitória de Setúbal agradeceu apoio dos adeptos

Claudio Pitbull, avançado do V. Setúbal, depois da vitória frente ao Sporting (2-1), nos oitavos-de-final da Taça, em declarações à SportTV:

«Foi um resultado importante, depois de termos tido alguns resultados adversos no campeonato. Marcámos dois golos e no segundo tempo recuámos de mais, mas conseguimos vencer e seguir em frente. Temos de agradecer aos adeptos pelo apoio e pensar que estamos a dois jogos do Jamor. Vamos agora levantar a cabeça no campeonato, manter a humildade e continuar o nosso trabalho. Às vezes não temos jogado bem e conseguido bons resultados, mas jogámos hoje.»

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Desta vez sim, o Vitória parou um grande



Na segunda-feira, no Dragão, o Vitória de Setúbal esteve a um penalti repetido de conseguir uma surpresa de enorme dimensão. Falhou, como muito se falou.

Esta noite, com o Sporting, a equipa de Manuel Fernandes não deu hipótese e conseguiu mesmo parar um grande.

Além do equilíbrio, da organização, da boa mistura entre jogadores portugueses experientes e futebolistas que desejam mostrar-se, além de tudo isso, o Vitória de Setúbal aproveitou bem as oportunidades que criou. E soube sobreviver ao melhor período do Sporting.

E por isso segue em frente na Taça de Portugal.

O futebol português precisa muito de clubes como o Vitória, emblema que representa uma cidade importante como Setúbal. Necessita de manter em Portugal alguns bons jogadores de média dimensão (Neca, Hugo Leal e Zé Pedro, por exemplo) e combiná-los bem com novos talentos.

Todos conhecemos a história dolorosa do Vitória de Setúbal nos últimos dez anos. Deseja-se que triunfos como o deste sábado ajudem o clube a reencontrar a estabilidade. E a seguir o bom futebol.


sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Porto 1-0 Vitória

ELMANO SANTOS NÃO DEIXA VITÓRIA EMPATAR NO PORTO


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Dolce fare niente, o F.C. Porto de pijama e pantufas numa noite caseira, um visitante chato que ameaçou estragar a noite. Os dragões contentaram-se com uma refeição ligeira, entrega ao domicílio, sem imaginar o risco de indigestão. Hulk marcou o seu castigo máximo (1-0), Jaílson atirou para o céu e motivou o maior festejo da noite.

O Vitória esteve em jogo até ao final, não quebrou com uma grande penalidade duvidosa e espreitou o empate com outra. Elmano Santos mandou o sadino repetir, à segunda nem acertou na baliza, Jaílson disparatou e o Dragão, cansado pela noite europeia, agradeceu.

As trombas de água deste início de Dezembro puxam para o aconchego, lareira acesa, chocolate quente, dormência sob um longo cobertor. Os adeptos do F.C. Porto trocaram o estádio pelo sofá. O líder da Liga sentiu-se tentado a fazer o mesmo.

O V. Setúbal lançou o engodo. Com jogo lento, repleto de trocas de bola, passes curtos a aconselhar uma desaceleração generalizada. Algo como o cobertor que nos envolve, desaconselha movimentos bruscos, promete levar-nos pela noite fora, sem sobressaltos, com contínua sensação de conforto.

Chegar a casa para o conforto

À meia-hora, os homens de André Villas-Boas pareciam convencidos. O Vitória atacava pouco ou nada, recebia a bola e circulava sem subir, perdia a bola e fechava-se em concha.

O F.C. Porto, que até chegara a casa com entusiasmo, deixou-se vencer pela inércia e acomodou-se. Ocupou o sofá e limitou-se a esperar, a longa espera por um momento de real entusiasmo numa noite fria.

Rodriguez, esforçado, viu Diego voar para lhe negar um golo feito. Antes, já o redes do Vitória defendera uma bola de Guarín. E mais outra de Moutinho, cada vez maior.

Tudo isto, compilado, parece suficiente. 19 mil almas, numa das piores assistências do Dragão, esperavam mais. Esperaram, esperaram, foram esperando até ao minuto 40, quando a trave devolveu o remate de Belluschi e anunciou o golo inaugural.

Escrever certo por linhas tortas

O F.C. Porto escreveu certo por linhas tortas. Não acreditou na lesão de Bruno Gallo e subiu pelo flanco direito, apesar de contínuos apelos para colocar a bola fora. Fucile chegou onde queria e cruzou para a área, onde Collin embrulhou-se com Falcao e viu Elmano Santos apontar para a marcar.

Dúvidas no castigo máximo, muitas dúvidas, que nem a fidedigna televisão permite esclarecer. O árbitro, bem colocado por sinal, não hesitou. Hulk, o goleador-mor da Liga, também não. O bravo Diego, belo guarda-redes, esticou-se sem evitar a desvantagem sadina.

Zeca a ameaçar o final do filme

O Vitória regressou das cabines com «score» negativo e cara nova: Gallo estava mesmo lesionado e ficou no banho. Zeca entrou para dar o primeiro aviso a Helton: acabara-se a trégua. Cristian Rodriguez ainda ameaçou o 2-0 antes de quebrar, Pitbull provou que foi incompreendido com uma exibição ameaçadora.

Com hora de jogo, ninguém garantia o final do filme. O F.C. Porto aceitava humildemente defender, como a equipa sadina fizera durante largos períodos. 20 remates depois, vantagem mínima no marcador.

André Villas-Boas, algures na bancada do Dragão a cumprir castigo, repetia a mensagem: é preciso vencer até ao Natal. A cada aviso do Vitória, o Porto levanta-se do sofá. Abria a pestana sem acordar de vez. Adormeceu antes do tempo e arriscou. Arriscou demasiado, vendo Elmano Santos descortinar mais um castigo pouco consensual.

Minuto 89, pânico no Dragão. Henrique queria marcar, tinha sido ele a ganhar a falta. Jaílson disse que não, a bola era sua. Paradinha com jogo parado, golo. Golo? Não, repetição. O árbitro ordenou novo remate, o sadino anuiu e encheu o pé. Tanto que a bola só parou nas bancadas, mais vibrantes que nunca. Prenda antecipada para o líder.

4 Títulos Nacionais

3 Taças de Portugal

1 Taça da Liga

  • Campeonato de Portugal - 13 presenças– melhor: 1 Vez Vice Campeão do Campeonato de Portugal (1926/1927)
  • Campeonato Nacional da I Liga - 3 presenças– melhor: 5º lugar (1934/1935; 1935/1936)
  • Campeonato Nacional da I Divisão - 63 presenças
  • 1 Vez Vice Campeão Nacional na 1ª Divisão - (1971/72)
  • 3 Vezes 3º Classificado- (1969/70); (1972/73); (1973/74)
  • Campeonato Nacional da II Liga - 1 presença – melhor: Vencedor da Zona D e do Grupo 9 (1937/38)
  • Campeonato Nacional da II Divisão de Honra - 8 presenças - melhor: 1 Vez Vencedor da Zona Sul (1986/87)
  • Campeonato Nacional da II Divisão - 5 presenças – melhor: 2 Vezes Vice Campeão (1995/1996; 2003/2004)
  • 3 Taça de Portugal - 64 presenças – melhor: Vencedor (1964/1965; 1966/1967; 2004/2005)
  • 7 Vezes Finalista Vencido da Taça de Portugal- (1942/1943); (1953/1954); (1961/1962);(1965/1966); (1967/1968); (1972/1973);( 2005/2006).
  • 19 vezes semi-finalista da Taça de Portugal -
  • Supertaça Cândido Oliveira - 2 presenças - melhor: finalista (2005/06, 2006/07)
  • Taça das Taças - 3 presenças – melhor: 1/8 Final (1967/68)
  • Taça das Cidades com Feira / Taça Uefa - 12 presenças – melhor: 1/4 Final (1968/1969; 1970/1971; 1972/73; 1973/1974)
  • 1 Taça da Liga - 3 presença - melhor: Vencedor (2007/2008)
  • Campeonato de Setúbal - 19 presenças – melhor: Campeão (1927/1928; 1928/1929; 1931/1932; 1932/1933; 1933/1934; 1934/1935; 1935/1936; 1936/1937; 1943/1944; 1944/1945; 1945/1946; 1946/1947)
  • Campeonato de Lisboa em 1ª categorias - 6 presenças– melhor: Campeão (1923/1924; 1926/1927) #
  • Campeonato de Lisboa em 2ª categorias - 12 presenças – melhor: Campeão (1916/1917; 1921/1922; 1925/1926)
  • Campeonato de Lisboa em 3ª categorias - 8 presenças - melhor: 2º lugar (1926/27)
  • Campeonato de Lisboa em 4ª categorias - 2 presenças - melhor: 2º lugar (1926/27)
  • Outros Feitos Significativos:
    • Vencedor da Mini-Copa do Mundo em 1970
    • Vencedor do Troféu Ibérico em 1968 e em 1974
    • Vencedor do Troféu Teresa Herrera em 1968
    • Vencedor de 5 Taças Ribeiro dos Reis
    • Vencedor da Supertaça Ibérica em 2005
  • Prémio "Fair-Play Colectivo" da LigaPFP

3 Vezes consecutivas vençedor do Prémio "Fair-Play Colectivo" da Liga Portuguesa de Futebol

  • Época 1923/24 - O Vitória estava na 2ª Divisão do Campeonato de Lisboa, mas ao sagrar-se vencedor da 2ª Divisão teve a oportunidade de disputar o título da 1ª Divisão com o Casa Pia (que tinha vencido a 1ª fase do Campeonato de Lisboa) e venceu, tornando-se campeão de Lisboa pela 1ª vez.

Resultados no Campeonato Nacional da 1.ª Divisão (Futebol)

1934/35(casa e fora)

  • Académica 3-2 e 1-0
  • Académico do Porto 0-0 e 6-3
  • União de Lisboa 4-1 e 3-1
  • Belenenses 2-1 e 0-3
  • Benfica 2-5 e 1-3
  • Sporting 0-1 e 1-1
  • FC Porto 1-0 e 2-3

5.º lugar com 14 jogos, 7 vitórias, 2 empates, 5 derrotas, 26 golos marcados e 24 sofridos.

O Vitória nas competições europeias

O «Senhor» Vitória

Durante dez anos andaram os sadinos a espalhar o perfume da sua classe por essa Europa fora. Nem mesmo os «gigantes» resistiam ao inferno do Bonfim…

Vitória de Setúbal na Europa. Hoje poderá soar, menos bem, mas fique o leitor sabendo – se é que não sabia – que, a seguir ao FC Porto, Benfica, Sporting e ao Boavista, o Vitória é de longe, a equipa portuguesa que melhor palmarés ostenta nas competições europeias. Se compararmos o historial europeu de todos os clubes portugueses sté a 1975 (que constitui o declínio do Vitória) o Vitória era o 3º melhor "europeu", e apenas estava atrás de Benfica e Sporting, e à frente do Porto! Até 1975, os historiais de jogos europeus das duas equipas eram os seguintes: - FC Porto: 41 jogos distribuídos por 13 presenças, sem nunca conseguir passar da 2ª eliminatória... - VITÓRIA: 56 jogos distribuídos por 11 presenças, conseguindo chegar por 4 vezes aos Quartos de Final da Taça Uefa...

De 1965/66 a 1974/75, portanto, durante 10 temporadas consecutivas, andaram os sadinos a botar figura por esse velho continente fora. E que figura! Quatro presenças nos quartos de final da Taça das Feiras/UEFA (além de três nos «oitavos»), o que implica desde logo, a eliminação de três adversários, é (foi) realmente uma prestação deveras interessante… O grande Vitória… aliás, Senhor Vitória, que era como os sadinos eram conhecidos (e temidos) na Europa. O Vitória participou em 64 jogos através de 14 presenças nas competições europeias. Três na extinta Taça dos Vencedores das Taças e as restantes na Taça UEFA, que nas suas primeiras edições, recebia o nome de Taça das Cidades com Feira. Variadíssimas equipas tiveram o azar, ao longo desses dez anos «ouro», de defrontar o Vitória. E muitas delas eram e ainda são, «grandes», na verdadeira acepção do termo. Fiorentina… Liverpool… Hajduk Split… Anderlecht… Spartak Moscovo… Inter Milão… Leeds United…, todas elas constam (a Fiorentina duas vezes) do rol das «vítimas» dos sadinos, todas elas inapelavelmente batidas no Estádio do Bonfim, na altura, como se calcula, um verdadeiro «inferno». Notável, de facto, o palmarés europeu do Vitória apesar das raras presenças desde 1975. Tinha classe, tinha mesmo jeitinho para lidar com os forasteiros, o Senhor Vitória. Que regresse depressa é o nosso único desejo…

Palmarés europeu do Vitória

  • 2008 Taça Uefa – Heerenveen (Holanda) 1-1; 2-5
  • 2006 Taça Uefa – Heerenveen (Holanda) 0-3; 0-0
  • 2005 Taça Uefa – Sampdória (Itália) 1-1; 0-1
  • 2000 Taça Uefa – AS Roma (Itália) 1-0; 0-7
  • 1975 Taça Uefa – Zaragoza (Espanha) 1-1; 0-4
  • 1974 Taça Uefa – VfB Stuttgart (Alemanha) 2-2; 0-1
    • Leeds United (Inglaterra) 3-1; 0-1
    • Molenbeek (Bélgica) 1-0; 1-2
    • Beerschot (Bélgica) 2-0; 2-0
  • 1973 Taça Uefa – Tottenham Hotspur (Inglaterra) 2-1; 0-1
    • Inter de Milão (Itália) 2-0; 0-1
    • Fiorentina (Itália) 1-0; 1-2
    • Zaglebie Sosnowiec (Polónia) 6-1; 0-1
  • 1972 Taça Uefa – UT Arad (Roménia) 1-0; 0-3
    • Spartak Moscovo (URSS) 4-0; 0-0
    • Olympique Nîmes (França) 1-0; 1-2
  • 1971 Taça Uefa – Leeds United (Inglaterra) 1-1; 1-2
    • Anderlecht (Bélgica) 3-1; 1-2
    • Hajduk Split (Jugoslávia) 2-0; 1-2
    • Lausanne Sports (Suiça) 2-1; 2-0
  • 1970 Taça Uefa – Hertha de Berlim (Alemanha) 1-1; 0-1
    • Liverpool (Inglaterra) 1-0; 2-3
    • Rapid Bucareste (Roménia) 3-1; 4-1
  • 1969 Taça Uefa – Newcastle United (Inglaterra) 3-1; 1-5
    • Fiorentina (Itália) 3-0; 1-2
    • Olympique Lyon (França) 5-0; 2-1
    • Linfield Belfast (Irlanda do Norte) 3-0; 3-1
  • 1968 Taça das Taças – Bayern Munique (Alemanha) 1-1; 2-6
    • Fredrikstad (Noruega) 2-1; 5-1
  • 1967 Taça Uefa – Juventus (Itália) 0-2; 1-3
  • 1966 Taça das Taças – Aarhus (Dinamarca) 1-2; 1-2
  • 1963 Taça das Taças – Saint Éttiene (França) 0-3; 1-1

Taça Uefa / Taça das Cidades com Feira

  • Jogos - 56 (28 em casa; 28 fora)
  • Vitorias - 25 (20 em casa; 5 fora)
  • Empates - 8 (6 em casa; 2 fora)
  • Derrotas - 23 (2 em casa; 21 fora)
  • Golos Marcados - 82 (56 em casa; 26 fora)
  • Golos Sofridos - 73 (19 em casa; 54 fora)

Taça dos Vencedores das Taças / Taça das Taças

  • Jogos - 8 (4 em casa; 4 fora)
  • Vitórias - 2 (1 em casa; 1 fora)
  • Empates - 2 (1 em casa; 1 fora)
  • Derrotas - 4 (2 em casa, 2 fora)
  • Golos Marcados - 13 (4 em casa; 9 fora)
  • Golos Sofridos - 17 (7 em casa; 10 fora)


WALLPAPERS

VITÓRIA FUTEBOL CLUBE










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