quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Taça da Liga - Vitória 3-1 (1-4)g.p. Penafiel

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Data
2010-11-10 18h00
Cidade
Setúbal
Estádio
Bonfim
Espectadores
1.315

O Penafiel afastou esta quarta-feira o Vitória de Setúbal da Taça da Liga, ao vencer por 4-1 no desempate por grande penalidades, depois de uma derrota por 3-1 no Estádio do Bonfim, que igualou a eliminatória.

A equipa da Liga principal tinha sido surpreendido em Penafiel no jogo da 1.ª mão da segunda fase (derrota por 2-0), mas entrou em campo determinado a passar à fase de grupos, tendo conseguido anular a desvantagem de dois golos nos primeiros 45'.

O médio Silva inaugurou o marcador logo aos 9' e Pitbull fez o segundo golo dos sadinos aos 42', mas a equipa penafidelense, da Liga Orangina, também poderia ter chegado ao golo na etapa inicial.

Na cobrança de um livre, aos 35 minutos, Michéle proporcionou uma boa defesa ao guarda-redes Getúlio, que defendeu para canto, e, a fechar a primeira parte, Manoel rematou à trave da baliza sadina, naquelas que foram as melhores oportunidades de golo dos visitantes.

No segundo tempo, esperava-se a confirmação do triunfo sadino, mas foi o Penafiel que conseguiu reduzir para (1-2), colocando-se de novo em vantagem na eliminatória.

O golo da equipa penafidelense foi marcado aos 64 minutos, por Digão, que correspondeu com um remate de cabeça a um livre cobrado por Diogo Rosado no flanco esquerdo do ataque do Penafiel, sem hipóteses de defesa para o guardião sadino.

O Vitória de Setúbal ainda conseguiu igualar de novo a eliminatória, chegando ao (3-1), com um golo, de cabeça, de Collin, mas acabou por deitar tudo a perder no desempate através da marcação de grandes penalidades.

Jaílson foi o único jogador do Vitória de Setúbal a acertar um remate da marca dos 11 metros (Pitbull e Henrique falharam), enquanto os jogadores do Penafiel convertiam em golos todas as possibilidades, assegurando a passagem à fase de grupos.

Vitória de Setúbal - Penafiel, 3-1 (1-4 gp)

Marcadores:

1-0, Silva, 9'

2-0, Pitbull, 42'

2-1, Digão, 64'

3-1, Collin, 71'

Grandes Penalidades:

0-1, Sandro

0-1, Pitbull (falhou)

0-2, Jardel

1-2, Jaílson

1-3, Bruno Madeira

1-3, Henrique (falhou)

1-4, Diogo Rosado

Vitória de Setúbal: Getúlio Vargas, Collin, Ricardo Silva (Ney, 46'), Valdomiro, Miguelito, Silva, Bruno Gallo (Henrique, 68'), Zeca, Neca (Sassá, 68'), Cláudio Pitbull e Jaílson.

Penafiel: William, Dias, Digão, Sandro, Michéle (Guedes, 60'), Kanu (Diogo Rosado, 44'), Manoel (Hugo Soares, 84'), Stéphane, Jardel, Bruno Madeira e Rafa.

Árbitro: Carlos Xistra (Castelo Branco).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Ricardo Silva (34'), Rafa (45'), Bruno Madeira (60'), Guedes (69'), Collin (70), Digão (74'), Ney (90'), William (90').


VITÓRIA 3-3 Rio Ave

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Data
2010-11-05 20h15
Cidade
Setúbal
Estádio
Bonfim
Espectadores
2.767 ( pagantes)


Grande jogo no Bonfim a abrir a escaldante 10ª jornada, com seis golos e duas reviravoltas no marcador que, com tudo somado, resultaram num emocionante empate 3-3. O Rio Ave, embalado pela primeira vitória, ainda ameaçou quebrar a invencibilidade do Vitória em casa, mas a equipa sadina puxou dos galões virou o resultado para 3-2, mas deixou-se surpreender nos descontos, perdendo a oportunidade de se colar ao V. Guimarães e Sporting no terceiro lugar.

Manuel Fernandes tinha-se queixado da falta de eficácia da sua equipa que em nove jogos tinha somado apenas cinco golos e decidiu trocar de avançados, deixando Henrique (ainda sem golos) no banco para apostar em Jaílson. Uma aposta que deu frutos de imediato. Ainda havia adeptos à procura do melhor lugar quando o brasileiro entrou de rompante na área para acorrer a um passe de Silva e transformá-lo em golo com um remate de primeira. Estavam decorridos apenas quatro minutos e o Vitória já vencia. O jogo estava rápido e prometia mais golos, com as duas equipas concentradas numa pequena faixa de trinta metros no centro do terreno. Quem conseguisse desequilibrar, tinha caminho aberto pela frente.

O golo madrugador empolgou os sadinos que praticavam um futebol mais directo, com passes em profundidade para as costas da defesa de Vila do Conde que, desta vez, contava com Ricardo Chaves, que também já foi central, no lado esquerdo da defesa. O Rio Ave ia respondendo com tranquilidade, de pé para pé, num jogo rendilhado que parecia não estar a dar resultados. Parecia até Bruno Gama arrancar da esquerda, ultrapassar Ney em drible e cruzar para o segundo poste. Um desvio traiu Diego e a bola foi direitinha para a cabeça de Yazalde que só teve de encostar para o empate.

O Vitória reagia de coração na mão, com constantes investidas, com especial apetência pelo lado esquerdo, com Zeca e Bruno Gallo a combinarem bem, mas o Rio Ave fechava-se bem e saia a jogar. Num livre de Zé Gomes, sobre a direita, surgiu o segundo golos dos visitantes. Bruno China fez o primeiro remate para defesa de Diego, mas João Tomás, ma recarga, não perdoou. Um golo muito festejado pela equipa de Carlos Brito que, depois da primeira vitória sobre o Sp. Braga, na semana passada, estava de novo na frente do marcador. O Vitória podia ter chegado ao empate antes do intervalo, com destaque para uma bomba de Pitbull que obrigou Paulo Santos à defesa da noite.

Neca assina segunda reviravolta

Manuel Fernandes não perdeu tempo e lançou Neca para a segunda parte, fazendo recuar Miguelito e prescindindo de Anderson do Ó. O Vitória ganhava mais fantasia no ataque, com o experiente médio a colar-se a Pitbull na zona central e o brasileiro, que tinha fechado o primeiro tempo com uma bomba, voltou a colocar Paulo Santos à prova com mais um remate de fora da área. O Vitória carregava, empurrado pelos seus sempre entusiastas adeptos, e acabou por chegar ao empate num lance de bola parada, com Ney Santos a cruzar para Valdomiro finalizar de cabeça. Tal como na primeira parte, o Vitória voltou a marcar cedo, mas desta vez não se deixou enganar. Recuou à espera da reacção do adversário e voltou a marcar na sequência de um rápido contra-ataque concluído de forma magistral por Neca.

O Vitória estava novamente na posição de vencedor, mas ainda havia mais jogo, até porque Sidnei podia ter empatado nos instantes seguintes, depois de lançado por Bruno Gama. O Rio Ave nunca baixou os braços e o empate voltou a estar à vista depois de uma defesa incompleta de Diego e uma perdida incrível de Yazalde que, com as redes à sua mercê, atirou de cabeça à trave. Manuel Fernandes, temendo o pior, prescindiu de Jaílson para reforçar a defesa com o «gigante» François. Ainda assim, equipa sadina tremeu e acabou por cair, em tempo de descontos, com João Tomás a assinar o merecido empate.

Nacional da Madeira 1-0 Vitória

1-0 https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg56UFzeOHx7Y6g3SgLaqAlxX6D9ZibwvAe3f8GhKGBpJdIQvaRRz91FoV2rHRQLYkts4e3zOJ8NbQT8RzgeiE8gALTxwiPU-x-jx2TXp2eFJJ_s62daUPuJ9cXdLYL6G1BefslegwxYvs/


O Nacional não atacou muito, mas, quando o fez, fê-lo com mais perigo que o VFC Setúbal. Os madeirenses foram eficazes. Em duas situações criadas na primeira parte marcaram numa. A turma de Manuel Fernandes não foi feliz na hora de rematar, apesar de dominar quase toda a segunda metade. Um ano depois, os madeirenses voltaram a vencer os sadinos (1-0) e continuam na corrida pelos lugares europeus.

Jokanovic no lançamento do jogo afirmou que queria resolver a partida cedo. E, como tal, apostou numa equipa bem ofensiva num 4x3x3. O Vitória de Setúbal, apresentou-se num 4x4x2, bem organizado, onde Pitbull assumiu a liderança das questões ofensivas, apoiando Henrique.

Até aos 23 minutos o embate teve pouco interesse e os guarda-redes das duas equipas viveram momentos tranquilos, apesar do equilíbrio na posse de bola. Só que num minuto os locais espevitaram e em duas situações criadas chegaram ao golo.

Ao minuto 23, Orlando Sá viu Diego desviar uma cabeçada sua e Felipe Lopes, na recarga, atirou ao poste. Sem tempo para respirar a defesa sadina cedeu no minuto seguinte. Claudemir cruzou, na direita, e Mateus desviou de cabeça para a zona frontal, onde surgiu Orlando Sá a bater Diego.

Inesperadamente, os alvinegros intranquilizaram-se com a reacção dos sadinos. Os pupilos de Manuel Fernandes subiram mais no relvado, criando perigo em lances de bola parada, mas nunca encontraram o caminho para a baliza. Os madeirenses foram falhando muitos passes e poucas foram as vezes que conseguiram aproximar-se da baliza dos setubalenses. O intervalo chegou com sinal mais da equipa visitante, mas ainda em desvantagem.

Gallo falha empate

Manuel Fernandes mexeu na sua equipa, colocando Pitbull no apoio a uma nova dupla atacante: Jailson e Zeca. Mas seria o Nacional a começar com mais perigo. Ao minuto 47, bom remate de Luís Alberto, mas Diego esteve melhor e defendeu.
A resposta dos setubalenses surgiu ao minuto 50. Um grande passe de Pitbull isolou Gallo mas este falhou o chapéu a Bracalli.

Os locais começaram a ter de jogar em contra-ataque. Jokanovic mexeu na equipa retirando os apagados Pecnik e Edgar Costa, lançando Bruno Amaro e João Aurélio. Mas os pupilos de Manuel Fernandes dominavam a partida, pois com as entradas de Jailson e Zeca, aproximaram-se mais da baliza nacionalista.

Orlando Sá esteve perto de bisar, aos 69 minutos. Valdomiro cortou um remate seu para canto. O técnico dos visitantes via a sua equipa dominar, mas não conseguia furar a barreira alvinegra. A pouco e pouco foram perdendo fulgor e os locais defenderam com muita segurança a preciosa vantagem, carimbando um triunfo justo, mas muito sofrido.

Vitória 2-1 Guimarães

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Estádio do Bonfim, Setúbal
Data
2010-10-23 19h15
Espectadores
2.686 ( pagantes)


Mais vale sofrer agora, para não sofrer mais tarde, quando se fizerem as contas finais da liga. O Vitória sadino bateu o homónimo minhoto, numa partida com sal e pimenta q.b. para ser discutida até final. Os setubalenses construíram o resultado antes do descanso, um descanso que não tiveram desde o 2-1 e devido à boa reacção vimaranense. Reduzido a dez unidades, os sadinos só respiraram de alívio com o apito final, que os levou a trepar seis lugares num só jogo. São sextos, bem longe da zona de descida, que fica agora a nove pontos de distância.

Campanhas de ilusão

É difícil distingui-los pelo nome próprio, também não foi fácil adivinhar quem ia à frente na tabela. O Vitória da casa começou a impor-se ao Guimarães com 20 minutos muito produtivos, que levaram a uma margem de 2-0 no marcador. Os minhotos estavam longe da equipa que bateu o Benfica e travou o Porto, um feito inédito em todo o mundo, no que toca a jogos oficiais.

Os Vitórias apresentaram-se sem surpresas. Os onzes mais que prováveis eram confirmados, mas os sadinos entravam bem melhor no jogo. O 1-0 resultou do primeiro grande lance do encontro, com uma tabela entre Hugo Leal e Miguelito, que o primeiro concluiu. Ainda pouco havia a justificar, mas eram os do Sado que se adiantavam.

Os minutos seguintes trouxeram a argumentação ao caso sadino, com Anderson do Ó a aumentar a diferença no placard. Dois golos de vantagem serviram para a equipa recuar um pouco e perguntar ao Guimarães se queria responder. Os minhotos disseram «nim».

Declararam um «sim» com a entrada de Maranhão em campo. O brasileiro mexeu com o ataque e o Vitória minhoto procurava encurtar distâncias. O problema é que disse «não» em frente à baliza e ao intervalo saía com um atraso considerável e empatado em pontos com os sadinos, que continuavam sem sofrer golos em casa, fruto também de o remate de Maranhão ter batido no poste. As campanhas de um Vitória e outro eram uma ilusão.

Intensidade, golo e polémica

Os últimos minutos do primeiro tempo davam sinais de retoma do lado minhoto. Po encontro começou com uma bola na trave de Nilson, porém. Bruno Gallo fez jus ao nome e não teve sorte nenhuma, numa bomba disparada com o pé canhoto.

Três remates de fora da área deram o mote para a reacção vimaranense. Toscano estava abaixo do que já se fizera, mas tentou; Bruno Teles também, mas o efeito foi nulo. Quando Hugo Leal saiu, no entanto, os sadinos perderam discernimento. Perderam, acima de tudo, alguém que conseguisse pautar jogo.

O jogo tornava-se intenso e o golo de Edgar colocava dúvidas quanto ao resultado. A expulsão polémica de Ricardo Silva, por pedir satisfações a Bruno Teles, atirou mais lenha para a fogueira. O jogo tornava-se de um só sentido, em direcção à baliza de Diego, que foi o derradeiro herói com uma defesa espantosa e uma reacção enérgica ao último sopro minhoto, bem na cara do guarda-redes.

Num duelo entre clubes homónimos, foi o mais velho que fez jus ao nome e levou os três pontos para casa. Num jogo que parecia definido ao intervalo, o Guimarães soube colocar incerteza e deixa o Bonfim amargado pela derrota.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Taça de Portugal: Gil Vicente-Vitória Setúbal, 1-1 (2-4, g.p)

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/de/thumb/d/d9/Gil_Vicente_FC.svg/358px-Gil_Vicente_FC.svg.png 1-1 (2-4, g.p) https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiPXMaFCCADmiruUpQsQuo43UvFnLkO9uNvsslNdF-isdxt4inF-xGT11vBckahmoYXNHDtf5KtYsEAUNucG7tT4IIy9XKC_BNfcdaXBCfIpqSYiWALzTB32LCnKAl0acZNa-o797UdeOI/s320/Vitoria_Setubal.gif


Pode-se falar em azar ou em castigo mínimo. A verdade é que o Gil Vicente vendeu bem cara a derrota frente ao V. Setúbal e conseguiu, durante o encontro, levar o mais desatento espectador a questionar qual das duas equipas milita, afinal, no primeiro escalão português. No final, valeu a pontaria setubalense nas grandes penalidades, depois de uma igualdade a uma bola no final dos 120 minutos jogados. Destino cruel, mas, ao mesmo tempo, um alento para o plantel gilista que só caiu na última das batalhas. O V. Setúbal confirma o rótulo de mestre a defender e segue para a 4ª eliminatória.

Num jogo entre equipas orientadas por dois antigos pontas-de-lança do futebol português e do Sporting, o Gil Vicente, de Paulo Alves, entrou melhor e superiorizou-se ao Vitória de Manuel Fernandes. Prova-o não só o golo conseguido aos 15 minutos por André Cunha (que golo estranho, já agora...), como a maior posse de bola e controlo de jogo a meio-campo. A zona intermediária do V. Setúbal tardou em entender-se, com Bruno Gallo a demorar a entrar no jogo e Hugo Leal muito longe de Pitbull. Ainda assim, deu para empatar. Hesitação fatal de Murta na saída a um cruzamento e Zeca a igualar. Simples e eficaz.

Os barcelenses acusaram o golo sofrido, mas, em abono da verdade, nunca o V. Setúbal conseguiu criar tanto perigo quanto a equipa da casa, em cima do intervalo. A dois tempos. Primeiro por Rodrigo Galo, na transformação de um livre, a obrigar Diego a aplicar-se. No minuto seguinte, Cláudio chegou ligeiramente atrasado após um desvio ao primeiro poste. No estádio já se gritava golo...

Há pedras que nunca furam

A segunda metade acabou por não trazer grandes alterações à toada do jogo. O Gil Vicente tinha maior domínio, os setubalenses defendiam bem e jogavam no erro do adversário. Quando Paulo Alves lançou Carlitos em jogo, os de Barcelos animaram. Com o acréscimo de experiência que o extremo trouxe à equipa, os barcelenses assentaram arraiais definitivamente no meio-campo visitante. Não marcaram porque um dos grandes méritos deste Vitória é a eficácia defensiva.

Aliás, o V. Setúbal até podia ter matado o jogo já nos descontos, quando um lançamento lateral de Ney Santos passeou na área sem que ninguém o desviasse. Quando Olegário Benquerença não viu um penalty claro de Diego sobre Ramazotti, percebeu-se que ia haver prolongamento. Há pedras que, por mais água que bata, nunca furam...

E nem os ferros ajudam

O prolongamento apenas serviu para confirmar tudo o que foi dito até então. Muito mais Gil Vicente, a tomar conta das despesas do encontro, e um V. Setúbal a defender...bem. Mesmo quando a linha defensiva vitoriana nada podia fazer, o poste da baliza de Diego dava conta do recado, evitando um «golaço» de Camargo. O Gil ainda chegou a meter a bola na baliza, por Ramazotti. O golo foi anulado por pretenso fora-de-jogo.

Decidiu-se tudo, como em tantas outras vezes nestas ocasiões, nas grandes penalidades. Foi mais feliz o V. Setúbal, contando com a inspiração de Diego que defendeu os remates de Rodrigo Galo e Ramazotti. Coube a Valdomiro carimbar o passaporte. Um defesa. Tinha de ser...

FICHA DE JOGO:
Estádio Cidade de Barcelos
Árbitro: Olegário Benquerença, assistido por José Cardinal e Luís Marcelino
GIL VICENTE: Murta; Paulo Arantes, Sandro, Claudio e Júnior Caiçara; Luís Manuel (João Vilela, 100m) e André Cunha; Luís Carlos (Carlitos, 60m), Richard (Alexandre Camargo, 88m) e Rodrigo Galo; Ramazotti.
Treinador: Paulo Alves
V. SETÚBAL: Diego; Ney Santos, Ricardo Silva, Valdomiro e Anderson do Ó; Silva, Bruno Gallo, Hugo Leal e Zeca (Sassá, 86m); Cláudio Pitbull e Henrique (Jaílson, 65m).
Treinador: Manuel Fernandes
Disciplina: Silva (28m), Ricardo Silva (43m), Valdomiro (74m), Paulo Arantes (78m), Ney Santos (103m)
Golos: André Cunha (15m), Zeca (30m)
Ao intervalo: 1-1

4 Títulos Nacionais

3 Taças de Portugal

1 Taça da Liga

  • Campeonato de Portugal - 13 presenças– melhor: 1 Vez Vice Campeão do Campeonato de Portugal (1926/1927)
  • Campeonato Nacional da I Liga - 3 presenças– melhor: 5º lugar (1934/1935; 1935/1936)
  • Campeonato Nacional da I Divisão - 63 presenças
  • 1 Vez Vice Campeão Nacional na 1ª Divisão - (1971/72)
  • 3 Vezes 3º Classificado- (1969/70); (1972/73); (1973/74)
  • Campeonato Nacional da II Liga - 1 presença – melhor: Vencedor da Zona D e do Grupo 9 (1937/38)
  • Campeonato Nacional da II Divisão de Honra - 8 presenças - melhor: 1 Vez Vencedor da Zona Sul (1986/87)
  • Campeonato Nacional da II Divisão - 5 presenças – melhor: 2 Vezes Vice Campeão (1995/1996; 2003/2004)
  • 3 Taça de Portugal - 64 presenças – melhor: Vencedor (1964/1965; 1966/1967; 2004/2005)
  • 7 Vezes Finalista Vencido da Taça de Portugal- (1942/1943); (1953/1954); (1961/1962);(1965/1966); (1967/1968); (1972/1973);( 2005/2006).
  • 19 vezes semi-finalista da Taça de Portugal -
  • Supertaça Cândido Oliveira - 2 presenças - melhor: finalista (2005/06, 2006/07)
  • Taça das Taças - 3 presenças – melhor: 1/8 Final (1967/68)
  • Taça das Cidades com Feira / Taça Uefa - 12 presenças – melhor: 1/4 Final (1968/1969; 1970/1971; 1972/73; 1973/1974)
  • 1 Taça da Liga - 3 presença - melhor: Vencedor (2007/2008)
  • Campeonato de Setúbal - 19 presenças – melhor: Campeão (1927/1928; 1928/1929; 1931/1932; 1932/1933; 1933/1934; 1934/1935; 1935/1936; 1936/1937; 1943/1944; 1944/1945; 1945/1946; 1946/1947)
  • Campeonato de Lisboa em 1ª categorias - 6 presenças– melhor: Campeão (1923/1924; 1926/1927) #
  • Campeonato de Lisboa em 2ª categorias - 12 presenças – melhor: Campeão (1916/1917; 1921/1922; 1925/1926)
  • Campeonato de Lisboa em 3ª categorias - 8 presenças - melhor: 2º lugar (1926/27)
  • Campeonato de Lisboa em 4ª categorias - 2 presenças - melhor: 2º lugar (1926/27)
  • Outros Feitos Significativos:
    • Vencedor da Mini-Copa do Mundo em 1970
    • Vencedor do Troféu Ibérico em 1968 e em 1974
    • Vencedor do Troféu Teresa Herrera em 1968
    • Vencedor de 5 Taças Ribeiro dos Reis
    • Vencedor da Supertaça Ibérica em 2005
  • Prémio "Fair-Play Colectivo" da LigaPFP

3 Vezes consecutivas vençedor do Prémio "Fair-Play Colectivo" da Liga Portuguesa de Futebol

  • Época 1923/24 - O Vitória estava na 2ª Divisão do Campeonato de Lisboa, mas ao sagrar-se vencedor da 2ª Divisão teve a oportunidade de disputar o título da 1ª Divisão com o Casa Pia (que tinha vencido a 1ª fase do Campeonato de Lisboa) e venceu, tornando-se campeão de Lisboa pela 1ª vez.

Resultados no Campeonato Nacional da 1.ª Divisão (Futebol)

1934/35(casa e fora)

  • Académica 3-2 e 1-0
  • Académico do Porto 0-0 e 6-3
  • União de Lisboa 4-1 e 3-1
  • Belenenses 2-1 e 0-3
  • Benfica 2-5 e 1-3
  • Sporting 0-1 e 1-1
  • FC Porto 1-0 e 2-3

5.º lugar com 14 jogos, 7 vitórias, 2 empates, 5 derrotas, 26 golos marcados e 24 sofridos.

O Vitória nas competições europeias

O «Senhor» Vitória

Durante dez anos andaram os sadinos a espalhar o perfume da sua classe por essa Europa fora. Nem mesmo os «gigantes» resistiam ao inferno do Bonfim…

Vitória de Setúbal na Europa. Hoje poderá soar, menos bem, mas fique o leitor sabendo – se é que não sabia – que, a seguir ao FC Porto, Benfica, Sporting e ao Boavista, o Vitória é de longe, a equipa portuguesa que melhor palmarés ostenta nas competições europeias. Se compararmos o historial europeu de todos os clubes portugueses sté a 1975 (que constitui o declínio do Vitória) o Vitória era o 3º melhor "europeu", e apenas estava atrás de Benfica e Sporting, e à frente do Porto! Até 1975, os historiais de jogos europeus das duas equipas eram os seguintes: - FC Porto: 41 jogos distribuídos por 13 presenças, sem nunca conseguir passar da 2ª eliminatória... - VITÓRIA: 56 jogos distribuídos por 11 presenças, conseguindo chegar por 4 vezes aos Quartos de Final da Taça Uefa...

De 1965/66 a 1974/75, portanto, durante 10 temporadas consecutivas, andaram os sadinos a botar figura por esse velho continente fora. E que figura! Quatro presenças nos quartos de final da Taça das Feiras/UEFA (além de três nos «oitavos»), o que implica desde logo, a eliminação de três adversários, é (foi) realmente uma prestação deveras interessante… O grande Vitória… aliás, Senhor Vitória, que era como os sadinos eram conhecidos (e temidos) na Europa. O Vitória participou em 64 jogos através de 14 presenças nas competições europeias. Três na extinta Taça dos Vencedores das Taças e as restantes na Taça UEFA, que nas suas primeiras edições, recebia o nome de Taça das Cidades com Feira. Variadíssimas equipas tiveram o azar, ao longo desses dez anos «ouro», de defrontar o Vitória. E muitas delas eram e ainda são, «grandes», na verdadeira acepção do termo. Fiorentina… Liverpool… Hajduk Split… Anderlecht… Spartak Moscovo… Inter Milão… Leeds United…, todas elas constam (a Fiorentina duas vezes) do rol das «vítimas» dos sadinos, todas elas inapelavelmente batidas no Estádio do Bonfim, na altura, como se calcula, um verdadeiro «inferno». Notável, de facto, o palmarés europeu do Vitória apesar das raras presenças desde 1975. Tinha classe, tinha mesmo jeitinho para lidar com os forasteiros, o Senhor Vitória. Que regresse depressa é o nosso único desejo…

Palmarés europeu do Vitória

  • 2008 Taça Uefa – Heerenveen (Holanda) 1-1; 2-5
  • 2006 Taça Uefa – Heerenveen (Holanda) 0-3; 0-0
  • 2005 Taça Uefa – Sampdória (Itália) 1-1; 0-1
  • 2000 Taça Uefa – AS Roma (Itália) 1-0; 0-7
  • 1975 Taça Uefa – Zaragoza (Espanha) 1-1; 0-4
  • 1974 Taça Uefa – VfB Stuttgart (Alemanha) 2-2; 0-1
    • Leeds United (Inglaterra) 3-1; 0-1
    • Molenbeek (Bélgica) 1-0; 1-2
    • Beerschot (Bélgica) 2-0; 2-0
  • 1973 Taça Uefa – Tottenham Hotspur (Inglaterra) 2-1; 0-1
    • Inter de Milão (Itália) 2-0; 0-1
    • Fiorentina (Itália) 1-0; 1-2
    • Zaglebie Sosnowiec (Polónia) 6-1; 0-1
  • 1972 Taça Uefa – UT Arad (Roménia) 1-0; 0-3
    • Spartak Moscovo (URSS) 4-0; 0-0
    • Olympique Nîmes (França) 1-0; 1-2
  • 1971 Taça Uefa – Leeds United (Inglaterra) 1-1; 1-2
    • Anderlecht (Bélgica) 3-1; 1-2
    • Hajduk Split (Jugoslávia) 2-0; 1-2
    • Lausanne Sports (Suiça) 2-1; 2-0
  • 1970 Taça Uefa – Hertha de Berlim (Alemanha) 1-1; 0-1
    • Liverpool (Inglaterra) 1-0; 2-3
    • Rapid Bucareste (Roménia) 3-1; 4-1
  • 1969 Taça Uefa – Newcastle United (Inglaterra) 3-1; 1-5
    • Fiorentina (Itália) 3-0; 1-2
    • Olympique Lyon (França) 5-0; 2-1
    • Linfield Belfast (Irlanda do Norte) 3-0; 3-1
  • 1968 Taça das Taças – Bayern Munique (Alemanha) 1-1; 2-6
    • Fredrikstad (Noruega) 2-1; 5-1
  • 1967 Taça Uefa – Juventus (Itália) 0-2; 1-3
  • 1966 Taça das Taças – Aarhus (Dinamarca) 1-2; 1-2
  • 1963 Taça das Taças – Saint Éttiene (França) 0-3; 1-1

Taça Uefa / Taça das Cidades com Feira

  • Jogos - 56 (28 em casa; 28 fora)
  • Vitorias - 25 (20 em casa; 5 fora)
  • Empates - 8 (6 em casa; 2 fora)
  • Derrotas - 23 (2 em casa; 21 fora)
  • Golos Marcados - 82 (56 em casa; 26 fora)
  • Golos Sofridos - 73 (19 em casa; 54 fora)

Taça dos Vencedores das Taças / Taça das Taças

  • Jogos - 8 (4 em casa; 4 fora)
  • Vitórias - 2 (1 em casa; 1 fora)
  • Empates - 2 (1 em casa; 1 fora)
  • Derrotas - 4 (2 em casa, 2 fora)
  • Golos Marcados - 13 (4 em casa; 9 fora)
  • Golos Sofridos - 17 (7 em casa; 10 fora)


WALLPAPERS

VITÓRIA FUTEBOL CLUBE










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OBRIGADO PELA TUA VISITA, VOLTA SEMPRE !